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Mostrando postagens de abril, 2026

Cenas-flash que pensei

 1- Mãe sozinha, esperando a filha que não chega, olhando para a janela. Música, luz. Cena sem palavras 2- Filha em um lugar que seria um bar ou festa. Luzes, música.  SOrriso. Contraste
Por que nossas mães nos irritam tantooo!!!???? Questiono isso como mãe e como filha... fiz uma comparação com as mães do mundo animal... (pesquisa com IA, rsrs) 1. Expectativa X realidade Temos expectativas altas de que nossa mãe deve ser amorosa, compreensiva e sábia o tempo todo. Quando ela age de forma egoísta, teimosa ou invasiva, a frustação é maior! 2. Superproteção X invasão A mãe humana tem a tendência de superproteger, querendo evitar que os filhos sofram ou fracassem. Essa superproteção pode se transformar em controle, o que gera raiva e sensação de sufocamento. No mundo animal essa proteção é física e focada no início da vida. À medida que o filhote cresce, a mãe animal naturalmente se afasta ( diminuiu o contato) se o filhote não aprender a se virar, ele não sobrevive... paciência... 3. Conflitos de individualidade Conforme os filhos crescem e buscam autonomia, a mãe pode ter dificuldade em aceitar que não está mais no controle (síndrome do ninho vazio), o curioso é que no ...

explosão

 tem horas que a gente explode. O cérebro acelerado, o coração disparado, um presença intensa. Daí começa a xingar, vontade de bater em alguém, de destruir algo vivo. Hoje me deu essa ira. Cansaço, sentimento de impotência, fracasso, vontade de sumir Acho que a mãe vai ter um momento rock and roll desses. rss

Sons importantes. Clarissa

  Dois sons são muito importantes na relação dessas duas mulheres.. o som das pegadas da mãe descendo as escadas e finalizando com a abertura da porta do quarto da filha. ( lá vem ela!!) E o som do alarme do carro da filha, chegando ou saindo... ( ufa chegou! Ou tá indo aonde?)

um início de proposta

 Depois de uma semana de muito trabalho, passei o fim de semana resolvendo coisas de filhos e me encontrando com pais e ouvindo suas histórias. Daí imaginei algo que pode ser o gancho do início Tudo ser uma grande conversa entre mãe e filha. Situação: começa filha e mãe conversando sobre sair sábado de noite. Filha está meio doente, meio cansada. Saiu e chegou tarde todos os dias. É sábado de noite e ela quer sair, mas a mãe fica argumentando. conversa entre elas. pressão para sair.  Aí a mãe vê um dedo da mão inflamado da filha. A filha está com o dedo enorme inchado e inflamado. Mãe tenta cuidar da filha. FIlha se rebela. O dedo inflamado e a explosão de tudo que está guardado.  Essa é uma fusão de duas história que vivencei esse fim de semana. Acho que dá um bom ponto de partida.  Tem outra história que vou encaixar: da filha mais jovem que fica perturbada por achar que seu nariz está torto e ela não pode ir pra escola no dia seguinte. O que vão achar. Como os pai...

Primeira reunião 08 04 2026

 Tivemos nossa primeira reunião na noite do dia 08 de abril no Beirute, um longo bate-papo de duas horas. Algumas coisas ficaram ali mais ou menos definidas 1- as histórias/trajetórias paralelas de mãe e filha. Ambas ligadas ao Departamento de Artes Cênicas da UnB.  2- As frustrações de ambas, com o curso, com as artes. E as frustrações minhas também. Frustrações de todos.  3- a tramas do relacionamento entre uma filha de 23 anos e uma mãe de 40 e poucos anos.  4- a vontade de fazer algo legal, bem elaborado, com a palavra em cena. Algumas coisas que foram me atraindo pro projeto: 1- ter um elenco reduzido e focado 2- uma situação contemporânea de duas mulheres de hoje. 3- a questão das frustrações ligadas ao campo da arte como algo para explorar outras inquietações. Coisas que fui pensando 1- muito diálogo, muita conversa, e depois alguns silêncios 2- deslocamento do teatro, das referências do teatro para outra arte, pois já estamos em um palco. Pra não ficar muito ...

COMEÇOS

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 Olá. Essa é a plataforma online de registro do processo criativo em torno do diálogo entre Marcus, Clarissa e Talita. A proposta é partir das inquietações, frustrações, dúvidas, projetos de duas mulheres, mãe e filha, em Brasília e elaborar um texto contemporâneo.